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A Escolha profissional dos filhos: Como os pais podem ajudar?

A escolha profissional é um dos momentos mais importantes da vida de um jovem, ele precisará responder para si a perguntas como: quem eu gostaria de ser no futuro, como profissional? O que eu gostaria de conquistar com essa profissão? Que estilo de vida gostaria de ter? Qual lugar essa profissão vai ocupar em minha vida?

Estou disposto a enfrentar os desafios, exigências e dificuldades que essa carreira me trará? Como poderei contribuir para a sociedade com a minha atividade profissional?

O jovem em fase de escolha está em processo de formação de sua identidade, e o aspecto profissional é uma parte importante deste processo. “Definir o futuro não é somente definir o que fazer, mas, fundamentalmente, definir quem ser e, ao mesmo tempo, definir quem não ser”. (Bohslavsky,1977)

Durante a convivência com os pais e outros adultos significativos que exercem papéis profissionais, os jovens vão construindo seus valores, princípios e preferências.
A forma como os pais fazem suas escolhas e lidam com a questão do trabalho influenciará o processo de decisão do jovem. Os pais transmitem direta ou indiretamente aos filhos seus sucessos e insucessos, conquistas e frustrações em suas vidas profissionais, com base nessas percepções os filhos irão formar suas próprias imagens de trabalho. Os pais, portanto, podem ser referências positivas ou negativas.
Por outro lado, os pais costumam ter diferentes atitudes e posicionamentos diante do momento de escolha profissional dos filhos. Muitos pensam que não podem ou não devem interferir nessa escolha de vida, acreditando que ao deixá-los sozinhos para decidirem, não estarão influenciando suas escolhas.
Outros acreditam que por terem mais experiência de vida, podem tomar decisões melhores para os seus filhos e passam a sugerir, direta ou indiretamente, que sigam determinadas profissões que julgam ser melhores do que outras.
Existem ainda os pais que querem realizar através dos filhos os sonhos e projetos que não conseguiram conquistar em suas próprias vidas, sem considerar as motivações e interesses do filho.
Evitar participar do processo de decisão dos jovens temendo influenciá-los pode gerar neles um sentimento de que são pouco apoiados, do mesmo modo, pressioná-los direta ou indiretamente a seguirem determinadas carreiras sem considerar seus interesses significa impor aos filhos um projeto de vida que não é deles.
A atitude mais positiva é a da família “facilitadora”, que auxilia o jovem a identificar suas potencialidades, habilidades, interesses e aspirações, procura ajudá-lo a buscar informação profissional ou até mesmo motivá-lo a participar de um processo de Orientação Vocacional/Profissional caso perceba que ele necessite.
Falar da carreira com os filhos pode ser de grande ajuda nesse momento de escolha, assim como favorecer o contato com outros profissionais cujas profissões sejam do interesse deles.
O mais importante, sempre, é a abertura para o diálogo e a disponibilidade que os pais podem oferecer aos seus filhos para ajudá-los a encontrarem seus próprios caminhos, pois só dessa maneira se sentirão acolhidos e apoiados nesse momento tão importante de suas vidas.

Fontes:
BOHOALVSKY, R. Orientação Vocacional: A estratégia Clinica. Martins Fontes, 1977.
NEIVA, K.M.C. Processos de Escolha Profissional. São Paulo, Vetor, 2013

Fonte da imagem:

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